quarta-feira, 30 de julho de 2014

Teoria Alternativa e mais provável para a curvatura da luz. 



A curvatura da luz não serve de prova e demonstração científica - experimental da existência do tal tecido do espaço tempo de Einstein, mas sim que a luz somente sofre curvatura pela difração e espalhamento ao passar de um meio para outro, o que é observado aqui na terra em meios distintos, como água e ar. 

Tem também as nuvens de gases e poeiras interestelares que distorcem a luz, pela refração. Na época da formulação da teoria da relatividade de Einstein ninguém tinha observado essas nuvens, que só foram descobertas em 1937.  


Texto abaixo entre aspas retirado da fonte: 


http://astro.if.ufrgs.br/ism/

"As partículas de poeira são suficientemente pequenas de forma que espalham (desviam a direção, sem absorver) a luz de menor comprimento de onda (luz azul) mais eficientemente do que as de maior comprimento de onda (luz vermelha). 

De fato, fótons azuis são desviados cerca de 10 vezes mais eficientemente do que os fótons vermelhos. Quando um fóton é desviado, sua direção muda aleatoriamente. Desta maneira, o espalhamento reduz o número de fótons azuis em relação ao número de fótons vermelhos do feixe de luz que vem em nossa direção.

Para fótons no óptico, o espalhamento é proporcional ao comprimento de onda na potência -4". 


Conclusão: 


Então, de acordo com a matéria acima, o tecido complexo e invisível do espaço -tempo de Einstein pode ser descartado pela Navalha de Ockham, já que essas nuvens de gases e poeiras interestelares explicam de maneira mais simples, física, natural e não metafísica as distorções e desvios de luzes, sem se precisar recorrer a um tecido do espaço que nunca foi observado diretamente e muito menos ainda experimentado cientificamente.


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