domingo, 9 de dezembro de 2012

Origem das Trevas no Espaço Sideral Cósmico 2

Então deduzi (no sentido de justificar ou dar base a essa minha hipótese) pelo método indutivo que as trevas no espaço sideral cósmico PODE SER resultante de uma cobertura ou revestimento de matéria densa que estaria envolvendo todo o nosso universo, assim como as trevas ou sombras aqui na terra tem existência mesmo com a presença do sol ou de luz artificial humana numa noite, mas que na verdade são efeitos da matéria densa que encobre a luz solar ou a luz artificial produzida pelo homem, conforme os exemplos e experimentos que citei. Nesse caso, o universo estruturalmente seria curvo como a terra ou outro corpo astronômico e teria uma derme de matéria densa que estaria protegendo todo o seu conteúdo interno(nós estaríamos dentro dele e nesse conteúdo interno) e esta derme constituiria seu conteúdo externo.

Mas essa minha hipótese leva em conta a teoria do multiverso e nosso universo não seria o único, mas seria uma espécie de organismo vivo que tira sua energia orgânica alimentando - se ou absorvendo outros universos paralelos no multiverso. A Densa Derme Gigantariana(envolvedora) poderia também ter suturas (poros ou buracos) que absorveriam ou eliminariam a energia necessária para o funcionamento orgânico interno do nosso universo(manifestaria -se organicamente como uma célula viva).

 O que explicaria o motivo por que ainda ela não foi detectada, pode ser por que a luz que há no nosso universo não é suficiente para que a derme seja claramente focada e consequentemente vista por nossos telescópios. Seria como um corpo nosso num exame, ao qual o médico não conseguirá realizar uma ultrasom se não focar luz intensa vida de fora do corpo, pois a luz que há nos fótons de nosso corpo não é suficiente para a realização de qualquer exame. Ainda mais nós que estaríamos dentro do organismo cósmico sem qualquer condição de exame, talvez essa minha hipótese nunca poderá ser comprovada ou refutada, pois é demais transcendental para que possa ser verificada pela nossa atual tecnologia e método científico moderno. Mas quem sabe daqui a 100, 200, 500 ou 1000 anos ela possa ser algum dia refutada ou comprovada.

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